INTERAÇÃO COM O PÚBLICO EM PRODUÇÕES JORNALÍSTICAS

A internet é terra ninguém porque é terra de todo mundo. E todo mundo quer falar sobre tudo como se soubesse de tudo. Não sabe, mas se você está na internet, está sujeito, principalmente se precisa da interação com o público para que o seu negócio bombe.

Saber quem é seu público tá como princípio inicial nos manuais de empreendedorismo desde quando nem se dava esse nome ao empreendedorismo. Porém, mais do que delimitar, é preciso entender como falar e como reagir. O engajamento nas redes sociais é o que sustenta o negócio com base virtual, até mais do que número de curtidas e views. Do que adianta milhões verem e só um comprar? Melhor meio milhão ver e dez comparem, certo?!

Algo que vem sendo explorado mais e mais são as lives. Todas da redes sociais têm essa opção. Além de produzir um conteúdo e formato diferenciado para cada uma delas, é preciso pensar em estabelecer “conversa” com quem está assistindo. Volte e meia vejo programas ao vivo com uma baita estrutura – vinhetas, vídeos e convidados – que possuem um alcance e interação baixíssima com público potencial que possui. O problema aí é a forma de abordagem.

No caso de jornalísticos, os programas passam e a interação é mínima. Em muitos casos, o programa é apenas uma reprodução do que está sendo vinculado na tv e no rádio, em que o público principal não é quem está na rede social e sim atrás do televisor ou com o ouvido colado no radinho.

Conversar com quem está te vendo é o que vai gerar engajamento. Fale para quem está a internet e responda quem te procura, mesmo que haja crítica. Abuse dessa interação. Você precisa que as pessoas te citem, mas para isso você precisa citá-las.

Saudações!

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